A revista Galileu de junho traz uma reportagem muito bem feita sobre a ayahuasca (Galileu | A hora do chá). O que mais me impressionou foi o depoimento da Monja Coen, mestre budista zen, sobre o ritual e o chá. Alguns trechos:

[...]
Me perguntaram se eu não tive visões. Na verdade não, não que eu me lembre. Senti uma sensação de vastidão e conexão com a natureza, de bem estar com ela e com todos os seus elementos.

[...] Há aqueles que dizem isto não é bom, isto não presta, isto tira do estado normal de consciência. O que é o estado normal de consciência? O que seria nossa consciência verdadeira?

[...] E pra mim foi uma coisa muito pé-no-chão.

Até comentei com o meu superior, que se interessou e ficou de ir. Estava no meu universo, naquilo que eu conheço. Eu estava ligada, não desligada. Não sei se isto é assim pra todo mundo, mas me deu uma sensação de estar muito em mim mesma, e muito capaz de fazer coisas. Foi muito interessante.
(leia o depoimento completo -> “Muito dentro de mim mesma”)

Leia mais sobre o assunto em outros textos deste blog:
- Ayahuasca e budismo
- Budismo e DMT
- Leary, budismo e psicodelia

Um Comentário

  1. O Buda nos habita e dorme em algum lugar dentro de nós.
    a AYAHUASCA acorda e ativa o Buda em nós.